Gallery Lei que criou Banco para Materiais de Construção beneficia população de baixa renda em Rondonópolis

Foi promulgado em fevereiro pela Câmara de Vereadores o projeto de autoria do vereador Thiago Silva (MDB), que cria o Banco Municipal de Materiais de Construção da Cidade de Rondonópolis, com a lei a prefeitura terá que instituir no município um Banco para matérias de construção, que disponibilizará as sobras dos materiais de construção de obras ou reforma de imóveis à população de baixa renda.
A lei traz benefício as famílias de baixa renda com auxílio na reforma ou construção de moradias e o meio ambiente, já que o armazenamento do material de construção nem sempre é possível e o descarte não costuma ser simples.
O banco deve ser um centro para armazenamento e redistribuição de sobras de materiais da construção civil, resíduos sólidos que possam ser utilizados em obras, materiais devolvidos pelo próprio município e doações de empresas, entidades não governamentais e da comunidade em geral.
Os produtos serão distribuídos nos seguintes casos: construção, reforma, recuperação de moradia própria ou de moradia em virtude de emergência/calamidade, tais como incêndios, desabamentos, alagamentos e demais fenômenos que causem danos à habitação dessas pessoas. “Destacamos que a lei vai atender principalmente as pessoas mais carentes da nossa cidade que sofrem nos períodos de chuva, que muitas vezes causando prejuízo para moradores, com a perda de telha, muro, fio elétrico, entre outros materiais. Em algumas situações as pessoas atingidas e o próprio poder público não estão preparados para eventuais perdas, até porque as intempéries e suas intensidades são quase imprevisíveis”, finalizou Thiago.
Com isso, o Poder Público, os empresários e a sociedade civil poderão contribuir para diminuir as desigualdades sociais da cidade. E mais: os aterros deixarão de receber esses resíduos – úteis e reaproveitáveis – e o município economizará com o transporte e o descarte desse tipo de material. “Constantemente são desperdiçadas sobras de matérias de construção que inda podem ser usados, e outros que ainda não foram utilizados na própria obra. É voltado para estes materiais que a lei vai atender, não só serão beneficiadas as pessoas que precisarem, mas também, o meio-ambiente, visto que, os materiais não irão para o lixo, e sim, utilizados ou reutilizados”, disse o parlamentar.

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